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Não há um acordo universal quanto à frequência e qual o período de tempo em que convulsões devem estar ocorrendo para constituir intratabilidade. A frequência de convulsões usada por diferentes autores na definição da intratabilidade variou de uma por mês a uma por ano, de forma quase arbitrária. No entanto, estudos incluindo pacientes tratados cirurgicamente sugerem que a diminuição ou ausência absoluta de convulsões não é o único resultado relevante, devendo estar associado com a melhoria da qualidade de vida. A esse respeito, assinale a alternativa incorreta.