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O primeiro passo para o tratamento cirúrgico de crises epilépticas refratárias é identificar com precisão o foco epiléptico. Embora a imagem tenha melhorado dramaticamente nos últimos anos, ainda há pacientes cujo foco epiléptico desafia a localização com imagem e a neurofisiologia de superfície. A avaliação com eletrodos intracranianos pode ser feita por uma variedade de meios, incluindo eletrodo subdural, epidural e os eletrodos de profundidade. Assinale a alternativa que apresenta erro na indicação e prognóstico.