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Um paciente de 68 anos, com histórico de tabagismo severo (60 maços/ano), apresenta-se com dispneia progressiva aos esforços, tosse crônica produtiva e episódios frequentes de exacerbações respiratórias. O exame físico revela hipocratismo digital e sibilos difusos à ausculta pulmonar. A espirometria mostra um VEF1/CVF de 58%, e a gasometria arterial revela hipoxemia leve. Considerando-se a estabilização do quadro, assinalar a alternativa que apresenta o próximo passo mais adequado no manejo desse paciente.