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Manoel, 60 anos, motorista de táxi, hipertenso, com hipercolesterolemia, lavava o carro, quando apresentou fraqueza em seu hemicorpo esquerdo, sua fala ficou pastosa e sua rima desviou-se para a direita, na sequência caiu no chão. Sua esposa que ouviu um barulho, e encontrou Manoel caído, chamou a ambulância, que o levou ao hospital. Após algumas horas recebeu o diagnóstico de Acidente Vascular Encefálico - AVE. Manoel evoluiu com hipertonia no hemicorpo esquerdo com predomínio braquial, dificuldade na deambulação e ao descer escada, pois apresenta hiperextensão do joelho durante a progressão a frente e na execução das atividades funcionais e de vida diária. Recebeu alta e foi encaminhado à clínica de fisioterapia do sindicato dos taxistas para continuidade de sua reabilitação.
Após o AVE a marcha é alterada devido a diversos fatores, e é um ponto crucial a ser abordado terapeuticamente. Portanto, a avaliação deve apresentar duas fases. Considere as informações abaixo.
| Coluna I | Coluna II |
|---|---|
| I. Fase de apoio | 1. Quadril posicionado tipicamente em flexão e adução, sinal de Trendelenburg presente. |
| II. Fase de balanço ou oscilação | 2. Contratura ou hipertonia nos flexores plantares, fraqueza nos dorsiflexores mantém o equino ou equinovaro. |
| 3. Joelho volta ao recurvato, hipertonia de quadríceps. | |
| 4. Flexão ineficiente do quadril e joelho. | |
| 5. O tronco e a pelve inclinam-se para o lado D a fim de liberar o pé, decorrente a fraqueza de músculos flexores de tornozelo. |
As principais alterações encontradas em cada fase da marcha, são: