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O canteiro de obras do Estádio Itaquerão foi palco de um ato público promovido pelo TST em defesa da segurança no trabalho dos operários. Em 2010, foram registrados 54.664 acidentes em obras na construção civil, dentre os 701 mil registrados no país. Estes dados da Previdência Social caracterizam a construção civil como o setor com maior número de vítimas fatais em acidentes do trabalho. A Justiça Trabalhista está preocupada com o aumento da quantidade de acidentes de trabalho, pois o índice duplicou entre 2001 e 2010. O presidente do TST afirmou que o ritmo acelerado das obras pode contribuir para o aumento destas ocorrências.
Segundo o gerente responsável pela obra, o envolvimento dos trabalhadores com as questões de segurança é fator fundamental para a prevenção de acidentes. Complementando, Zuchowski afirmou que um acidente grave resulta no comprometimento das atividades na obra.
Jorge Marques da Silva, operário da obra, afirmou que contribui para a redução de acidentes, exercendo a função de sinaleiro: “A gente acha que sabe, mas sempre tem o que aprender. Eu não sabia, por exemplo, em quais alturas você precisaria usar cinto de segurança”.
O texto ressalta a importância da análise da gravidade dos acidentes, como indicador de segurança do trabalho. “De acordo com Zuchowski, acidente grave resulta no comprometimento das atividades do trabalhador”. No sentido de acompanhar as ocorrências e sua gravidade, o Ministério do Trabalho e Emprego responsabiliza os profissionais integrantes do SESMT das empresas a registrarem mensalmente os dados atualizados de acidentes de trabalho, doenças ocupacionais e agentes de insalubridade, por meio do preenchimento de alguns quesitos mínimos que constam em quadros específicos, para que a empresa encaminhe à Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho, anualmente, um mapa que contenha a avaliação destes dados. A Norma Regulamentadora que indica esta exigência é a