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Paciente do sexo feminino, com idade de 50 anos, conta história de dispneia progressiva há 30 dias. Internada com piora clínica sendo diagnosticada pneumonia. Não apresentou melhora e, concomitantemente, foi diagnosticada HIV, lavado bronco-alveolar positivo para Pneumocistis carinii e sorologias positivas para hepatite B (HbSAg+) e citomegalovírus (IgM e IgG). Completou tratamento de amplo espectro para pneumonia bacteriana e continuava tratamento para Pneumocistose com sulfa e trimetropin, porém, há 1 dia, evoluiu com piora do quadro respiratório, náuseas, vômitos, hipercalemia e distensão abdominal progressiva. Foi avaliada pela equipe de infectologia, sendo observada piora da desidratação, dos distúrbios hidroeletrolíticos e, ainda insuficiência renal aguda. Solicitada sua transferência para a UTI.
Exames: carga viral HIV: 545.000 cópias/mL. Anti-HbS: reagente. HbSAg: (neg), anti-HCV: (negativo), Toxo IgG (neg), Toxo IgM (neg); CVM IgG (reag), CMV IgM (reag).
Linfócitos T 935/mm3. Linfócitos T CD4: 99/mm3 (7,4%) normal 507 − 1496 mm3 ou 31% − 56%. Linfócitos T CD8: 856/mm3 (63,3%) normal 303 − 1008 mm3 ou 17% − 41%.
TC de abdome compatível com processo inflamatório em todo o cólon. Realizada colonoscopia com várias placas esbranquiçadas na mucosa.
A hipótese diagnóstica e respectiva conduta para a paciente é: