///
Mulher de 78 anos com histórico de doença arterial coronariana (pós-cirurgia de revascularização miocárdica), cardiomiopatia isquêmica com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 37%, insuficiência mitral moderada, diabetes tipo 2 (em uso de insulina), doença pulmonar obstrutiva crônica (sem oxigenoterapia domiciliar) e doença renal crônica estágio III, apresenta palpitações e dispneia. Constata-se fibrilação atrial com resposta ventricular rápida. Ao exame físico: frequência cardíaca: 128 bpm; pressão arterial: 96 x 74 mmHg; saturação de oxigênio de 90% em ar ambiente; pressão venosa jugular é de 12 cmH₂O; ritmo cardíaco é irregular, com sopro sistólico suave na base; ausculta pulmonar revela estertores crepitantes bilaterais e sibilos dispersos; há edema de membros inferiores grau 2+/4. Ela é internada e, apesar da diurese adequada, sua frequência cardíaca permanece mal controlada mesmo com o aumento da dose de betabloqueadores. O ecocardiograma transesofágico não mostra evidências de trombo no apêndice atrial esquerdo, e ela é submetida a cardioversão elétrica com restauração do ritmo sinusal.
Além da anticoagulação, a melhor opção para o tratamento dessa paciente é