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A enfermagem tem um papel relevante no diagnóstico precoce do paciente com sepse e no tratamento do paciente séptico, devido ao fato de permanecer, a maior parte do tempo, à beira do leito. Assim sendo, o enfermeiro deve comunicar ao médico a suspeita de sepse quando o paciente apresenta foco infeccioso suspeito associado a dois sinais da síndrome de resposta inflamatória sistêmica (SIRS) ou presença de disfunção orgânica. De acordo com a ficha de triagem proposta pelo Instituto Latino-Americano de Sepse (ILAS), os sinais da síndrome de resposta inflamatória sistêmica (SIRS), aos quais o enfermeiro deve estar atento e comunicar ao médico, compreendem, entre outros itens,