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Além de ser motivado por uma paixão pela justiça, o ativista também é movido, muitas vezes, por raiva ou frustração com o que julga ser a intransigência das pessoas que estão no poder nas instituições existentes. Segundo o ativista, essas pessoas se comportam com arrogância e indiferença para com as injustiças que o ativista acha que elas perpetuam ou categoricamente negam, racionalizando suas decisões e considerando benéficas as instituições que servem.
Para Iris M. Young, diante desse quadro, o ativista procura