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Tinha estreado em livro com Raízes do Brasil, em 1936. Tinha publicado Cobra de Vidro em 1944 e Monções em 1945. Nos anos 1950 lançou Caminhos e Fronteiras e Visão do Paraíso. Empenhava-se em reconstruir a vida dos colonos, aventureiros anônimos, o sistema do poder político em que viviam, o intercâmbio cultural que mantinham com os índios, no século que se seguiu à chegada de Cabral. Debruçava-se tanto sobre as condições materiais, objetivas, como sobre as aspirações, os mitos, as representações subjetivas que inspiravam os homens em suas ações quotidianas.
O excerto traz referência de