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Rackete está em regime domiciliar e foi acusada formalmente de “violência contra navio oficial” – crime passível de penas de até 10 anos de prisão – por ter espremido um barco da Guarda de Finanças em um cais ao entrar no porto.
Sobre a capitã alemã Carola Rackete, que esteve detida na Itália, pode-se afirmar que