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Numa cidade de 12 milhões de habitantes, como São Paulo, não há de ser simples a logística para distribuir remédios gratuitos às farmácias estatais e garantir o acesso tempestivo a quem deles depende.
Falhas pontuais acontecem. Cabe ao poder público saná-las de pronto e por elas desculpar-se, sem recorrer a pretextos burocráticos para explicar a inoperância. Eles não têm como minorar o desconforto do doente que fica sem medicamento a que tem direito.
Considerando o uso do acento indicativo da crase em conformidade com a norma-padrão, assinale a alternativa em que as passagens “e garantir o acesso tempestivo a quem deles depende” (1º parágrafo) e “que fica sem medicamento a que tem direito” (2º parágrafo) estão corretamente reescritas.