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A incidência de deficiência auditiva em neonatos, aparentemente normais, é avaliada de 1:1000. Esse número cresce para 1:50 em recém nascidos de alto risco. Anos atrás, o exame que vinha sendo realizado era a Audiometria de Respostas Elétricas do Tronco Cerebral (BERA), porém, como a maioria das perdas auditivas congênitas e perinatais são de origem coclear, atualmente a preferência é realizar