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Mulher de 65 anos de idade se apresenta com queixa de dor progressiva nas mãos e dedos. Ela relata que a dor piora pela manhã, tem dificuldade de fazer as atividades habituais nesse horário, mas que melhora significativamente após cerca de 10 a 15 minutos de atividades manuais. Não há outros achados relevantes na história, e o exame físico é normal. A hipótese diagnóstica mais provável é de