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Uma mulher de 43 anos, com antecedente de hipertensão, em uso irregular de medicamentos, cefaleia há mais de 5 anos, com períodos de melhora e piora, e que ela associa o início da dor “quando a pressão está muito alta”. Durante a consulta, o médico generalista viu que a paciente estava bem ansiosa e ela disse que era porque estava com dor de cabeça. PA: 170 x 100 mmHg e pulso. Escala de Glasgow: 15; ausência de rigidez de nuca; fundo de olho, pupilas e pares cranianos normais; sem déficit motor ou sensitivo localizatório. Nesse momento, a conduta recomendada é