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Joselito, um engenheiro de dados contratado pela empresa XPTO, foi encarregado de projetar e implementar a nova plataforma de Big Data da organização. Com o objetivo de acelerar a disponibilização dos dados para os cientistas de dados e reduzir a burocracia inicial, Joselito configurou um Data Lake em nuvem e instruiu todas as áreas de negócio a realizarem a ingestão massiva de seus dados brutos, sem impor restrições de formato, sem validação de esquema na entrada e sem a implementação de um catálogo de metadados, confiando inteiramente na flexibilidade da abordagem Esquema na Leitura (Schema-on Read).
Dois anos após a implementação, a diretoria da XPTO constatou que, apesar do alto custo de armazenamento, a iniciativa fracassou. O repositório contém petabytes de dados, mas os analistas não conseguem localizar as informações necessárias, não confiam na veracidade dos dados devido à falta de linhagem (lineage) e qualidade, e não conseguem discernir quais arquivos são atuais ou obsoletos.
No contexto da governança e arquitetura de dados, o termo técnico utilizado para descrever o estado em que se encontra o repositório criado por Joselito, caracterizado pela ausência de organização e curadoria, tornando-o um passivo em vez de um ativo, é: