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Representação corporal do imaginário que inclui o raciocínio, expressando a falta do objeto não presente por meio da imaginação. É também uma forma de assimilar o real aos seus desejos, libertando estes das suas necessidades de acomodação, sendo assim uma atividade que gera prazer na sua realização. E apesar do predomínio da fantasia, a atividade psicomotora exercida acaba por prender a criança à realidade. Na sua imaginação ela pode modificar sua vontade, usando o "faz de conta", mas quando expressa corporalmente as atividades, ela precisa respeitar a realidade concreta e as relações do mundo real.
A descrição acima corresponde à definição de