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Encontramos, no contexto brasileiro, desde a década de 1980, uma psicologia social que afirma historicamente um compromisso ético e político com a transformação social, renunciando a um viés pragmático e investindo nas singularidades segregadas do campo social. De onde a importância do método cartográfico, remetido inicialmente ao pensamento de Deleuze e Guattari, que se refere a um mapa a ser produzido e modificável a partir de múltiplas linhas de fuga. Nesse contexto, a intervenção psicológica com base na cartografia é um movimento ligado à subjetivação que implica