Os inibitores seletivos da recaptação de serotonina costumam, a longo prazo, regular o sono, uma vez que a rede serotonérgica, ao contrário da noradrenérgica, responde pelas fases mais profundas do sono e, paradoxalmente, também responde pelo sono REM (rapid eyes movements) o qual aumenta em intensidade e frequência sob uso desses fármacos, aumentando, por conseguinte a frequência dos sonhos.