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Sem dúvida, nesse nível a forma dramática não encerra mais nenhuma contradição crítica, e a conversação já não é mais um meio de superá-la. Tudo está em ruínas: o diálogo, o todo da forma, a existência humana. O enunciado só se presta à negatividade: (...) à impossibilidade de cumprir a forma dramática. Isso expressa o negativo de uma existência em espera, que carece da transcendência, mas não é capaz de alcançá-la.
O trecho acima analisa uma estética dramatúrgica importante do século XX, que inovou o teatro, ao abandonar o desenvolvimento da coerência psicológica do personagem e da trama, e realçar a condição de estranhamento e impossibilidade da existência. A alternativa que identifica corretamente essa estética dramatúrgica é: