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Leia os trechos selecionados da conferência de Manuel Tavares Cavalcanti a seguir.
(...) o alvorecer de 2 de Julho de 1824 vê proclamar-se a confederação do Equador. O grito da república é, de novo, trazido pelo aflar dos ventos que sopram do vizinho Estado do Sul. Com quanto o governo da Parahyba não tivesse adherido ao movimento, nem por isso permaneceu sopitado o velho espírito democrático desta terra, e esquecido o norte que sorrira aos martyres de 1817.
[O Quebra-quilos, 1874-75, foi um] movimento anônimo, como soem ser os populares, sem obter a um ideal, tendo apenas como motivo aparente a falsa crença de que o governo pretendia escravizar o povo, ele não tem outra significação histórica que a demonstração de quanto se achava obliterado o princípio da autoridade.
(Revista do Instituto Histórico e Geográfico da Parahyba, 1909, vol. 01, p. 41 e 49.)
Com relação à interpretação da história da Paraíba, elaborada pela produção inicial do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP), assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) IHGP quer contribuir para a narrativa da história da nação brasileira, com ênfase na construção de uma identidade local, paraibana, para a qual o movimento de 1817 seria um marco fundador.
( ) Os “mártires” da insurreição de 1817 são considerados mais merecedores de louvores do que os protagonistas da Confederação do Equador, pois se levantaram quando o Brasil ainda estava sob o jugo da Coroa portuguesa, o que conferiria à Paraíba um prestigio próprio, distinguindo-a de Pernambuco.
( ) O IHGP produz, desde o início, uma história social, com foco na participação das camadas populares; daí selecionar como momentos marcantes da história paraibana a atuação de homens do povo, como em 1817 e em 1874-75.
As afirmativas são, respectivamente,