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Foi solicitado a uma psicóloga escolar uma primeira avaliação de uma criança de 3 anos de idade, que apresentava retardo de linguagem. De forma geral, a criança era participativa e interagia com o grupo, tendo bom desempenho nas atividades propostas, mas pronunciava apenas algumas palavras e, quando chamada, somente algumas vezes respondia à professora.
A psicóloga observou a criança em sala de aula e percebeu que a criança respondia sempre que a professora ou os colegas falavam de frente para ela.
Com base nestes dados, antes de dar continuidade à avaliação, a psicóloga formulou a seguinte hipótese de trabalho: