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Um plano integral de manejo de plantas daninhas que vise prevenir e(ou) controlar a resistência deve, necessariamente, prever práticas que envolvam a realização do manejo apropriado dos herbicidas, utilizando-se herbicidas com alta atividade residual no solo, observando-se a otimização da dose, a época e o número de aplicações, no sentido de evitar o uso contínuo de herbicidas com mesmo mecanismo de ação.