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Os Estados africanos do Mali, Songhai e Sudão, que se desenvolveram entre os séculos XII e XVI, apesar da forte influência islâmica, mantinham estruturas sociopolíticas que refletiam suas tradições africanas, pois suas sociedades conciliavam a nova religião com práticas ancestrais, como a organização em linhagens, o papel dos chefes locais e a centralidade da agricultura e do comércio regional.