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Uma equipe de servidores de um órgão público relatou que, após a implantação de um sistema de controle de produtividade extremamente rígido, seus membros passaram a atuar sob intensa pressão por resultados numéricos. As tarefas tornaram-se altamente prescritivas, sem possibilidade de adaptação, e os servidores afirmaram que não podiam “fazer do seu jeito”, não conseguiam “resolver imprevistos” e não havia tempo “para conversar com os colegas sobre as dificuldades reais da atividade”. Observou-se entre os membros da equipe aumento de irritabilidade, além de isolamento e sensação de incapacidade.
Nessa situação hipotética, evidencia-se, segundo a psicopatologia do trabalho,