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Aqui age um tipo humano que, em face de sua existência, não pode experimentar senão uma mistura de fastio, decepção e compaixão, pois o homem moderno é a representação acabada do rebanho anônimo e uniforme. Nossa sociedade de massas é a comunidade universal dos “últimos homens”: os satisfeitos filisteus utilitaristas, para quem a vida se limita à repetição incessante da monótona rotina dos deveres, a felicidade se identifica com o bem-estar, segurança e conforto; eficácia, conformismo, obediência e adestramento valem como virtudes capitais.
Na crítica à sociedade de massas, a figura do último homem, formulada por Nietzsche, corresponde à antítese da forma por ele denominada alémdo-homem.