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Após a Segunda Guerra Mundial, a prioridade da economia capitalista passava a se garantir, de forma sustentada, no crescimento mundial e na elevação dos níveis de emprego. Para isso, era preciso reestruturar as instituições existentes e criar outras novas, tanto no âmbito interno dos países quanto no internacional.
No Brasil, a conjuntura do crescimento econômico varguista esteve desvinculada da Segunda Guerra Mundial, mas diretamente ligada ao keynesianismo interno do investimento desenvolvimentista, que teve efeito significativo no crescimento econômico brasileiro na década de 50 do século XX.