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O belo é sempre extravagante. Não estou querendo insinuar que seja voluntária e friamente extravagante, pois nesse caso seria um monstro descarrilado dos trilhos da vida. Quero dizer que o belo sempre contém um pouco de extravagância ingênua não deliberada e inconsciente e que essa extravagância é o que o leva particularmente a ser belo.
Considerando-se as informações do texto precedente, é correto afirmar que, de acordo com Charles Baudelaire, a extravagância é uma