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Não se pode coligir provas antes de se começar a pensar [...]. Isto porque pensar significa fazer perguntas, e nada constitui prova a não ser em relação a uma pergunta definida.
Robin Collingwood. A ideia de história. Lisboa: Presença, 1994, p. 346 (com adaptações).
O caráter extremamente subjetivo que costuma marcar a produção de diários pessoais impossibilita o emprego de exemplares desse gênero textual como fontes históricas.