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Os revisores, quando necessitam revisar um texto, têm duas opções: podem reescrevê-lo ou revisá-lo. A opção pela reescrita pode tornar-se mais simples porque não vai obrigar a um diagnóstico do(s) problema(s) que exista(m) no texto com a intenção de resolvê-lo(s). Na reescrita, o revisor afasta-se da superfície do texto. Ele vai ao cerne do texto, reescreve-o, fornecendo, assim, uma versão diferente da versão primitiva. Tanto a reescrita como a revisão são duas possibilidades de revisão. São como pontos de um continuum que remetem para o grau de preservação da superfície original do texto. Nessa ótica, a reescrita respeitará menos o original, imporá menos esforço de diagnóstico e de busca de solução dos problemas detectados, motivo pelo qual pode ser a opção que toma o revisor menos experiente. A revisão, por sua vez, implica a correção dos problemas detectados, preservando-se o máximo possível do texto original.
No último período do texto, o emprego da vírgula imediatamente após “detectados” (R.15) é opcional, pois a oração “preservando-se o máximo possível do texto original” (R. 15 e 16) encontra-se em posição canônica no período, qual seja, após a oração principal.