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A noção de elemento pode ser interpretada de duas maneiras: exteriormente, toda forma gráfica ou pictórica é um elemento; interiormente, não é a forma, mas sua tensão viva intrínseca que constitui o elemento. Entende-se o conceito de composição como a subordinação internamente conforme a finalidade dos elementos isolados e da construção, para o fim pictórico concreto.
No pós-modernismo, a práxis não é definida em relação a determinado meio de expressão — escultura —, mas sim em relação a operações lógicas dentro de um conjunto de termos culturais para o qual vários meios — fotografia, livros, linhas em parede, espelhos ou escultura propriamente dita — possam ser usados.
A comparação entre os textos apresentados evidencia a preocupação formal, na contemporaneidade, e a preocupação conceitual, na modernidade.