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Constitui alento a informação de que sete universidades brasileiras figuram entre as doze melhores da América Latina. Duas ocupam o pódio: em primeiro lugar, está a Universidade de São Paulo (USP); em segundo, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A Universidade de Brasília (UnB) ocupa a décima posição, seguida pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Elaborada pela Quacquarelli Symonds (QS), entre 400 instituições, a pesquisa leva em consideração sete critérios, dois dos quais têm peso maior: reputação acadêmica e reconhecimento no mercado de trabalho. Os demais — relação entre número de funcionários e alunos, citações na Internet, volume de informações na Web, professores com doutorado e presença online — têm peso igual na ponderação.
O levantamento mostra significativo avanço da UnB. No ano passado, a instituição brasiliense aparecia na 17.ª posição. O salto qualitativo deve-se a três fatores: o corpo docente, o impacto na Internet e a reputação acadêmica. Chama atenção a baixa pontuação no parâmetro citações na Internet, que tem custado alto preço às universidades brasileiras. De zero a cem, a UnB ficou com 44,6.
Ser objeto de referência, seja na Web, seja em publicações científicas, constitui fator importante em avaliações globais.
No primeiro parágrafo, embora haja omissão de termos empregados anteriormente, foi mantido o paralelismo sintático-semântico no trecho.