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Saiu finalmente a conta da contribuição da nova classe média brasileira — aquela que, na última década, ascendeu ao mercado de consumo, como uma avalanche de quase 110 milhões de cidadãos. Uma pesquisa do Serasa Experian mostrou que o pelotão formado por essa turma, que se convencionou chamar de classe C, estaria no grupo das 20 maiores nações no consumo mundial, caso fosse classificado como um país. Juntos, os milhares de neocompradores movimentam quase R$ 1,2 trilhão ao ano. Isso é mais do que consome a população inteira de uma Holanda ou uma Suíça, para ficar em exemplos do primeiro mundo. Não por menos, tal massa de compradores se converteu na locomotiva da economia brasileira e em alvo preferido das empresas. Com mais crédito e programas sociais, em especial o Bolsa Família, os emergentes daqui saíram às lojas e estão gradativamente se tornando mais e mais criteriosos em suas aquisições.
O vocábulo “aquela” (R.2) refere-se à expressão “nova classe média brasileira” (R.1-2).