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O ciclo do Aedes aegypti é composto por quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. As larvas se desenvolvem em água parada, limpa ou suja. Na fase do acasalamento, em que as fêmeas precisam de sangue para garantir o desenvolvimento dos ovos, ocorre a transmissão da doença. O seu controle é difícil, porque o inseto é muito versátil na escolha dos criadouros onde deposita seus ovos, que são extremamente resistentes, podendo sobreviver vários meses até que a chegada de água propicie a incubação. Uma vez imersos, os ovos desenvolvem-se rapidamente em larvas, que dão origem às pupas, das quais surge o adulto. O único modo possível de se evitar a transmissão da dengue é a eliminação do mosquito transmissor da doença, combatendo-se os focos de acúmulo de água — locais que propiciam sua criação.
As orações “que são extremamente resistentes” (R.7-8) e “que propiciam sua criação” (R.14-15), embora sejam introduzidas pelo mesmo pronome relativo, denotam sentido explicativo e restritivo, respectivamente.