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Quando o exército israelense assassinou o comandante militar do Hamas em Gaza, dando início ao atual conflito, o alvo não era só um líder palestino, mas também uma linha de suprimento de foguetes do Irã que, pela primeira vez, possibilitou ao Hamas atacar tão longe quanto Tel Aviv e Jerusalém. O comandante morto transformou a milícia do Hamas em uma força disciplinada com armas, como os foguetes Fajr-5, que aumentaram significativamente os riscos para as maiores cidades israelenses.
O Hamas é o partido político que governa atualmente o Estado da Palestina.