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Os serviços de telefonia interessam a diferentes segmentos da população, tanto aos moradores dos grandes centros urbanos quanto aos que residem em localidades no interior do país. Esse amplo horizonte mercadológico nada mais é do que o desdobramento natural da visão contida no princípio de universalização, um dos pilares do modelo das telecomunicações brasileiras. Esse modelo, cujo fundamento e principal beneficiário é o homem, agregou às metas sociais objetivos técnicos e mercadológicos fundamentais para o fomento de um novo cenário de competição entre empresas operadoras de telefonia. Era necessário não apenas expandir os serviços de telecomunicações, mas também atender às necessidades e aos interesses de todos os estratos da população, consoante as diferenças que permeiam a sociedade brasileira.
Seria mantida a correção gramatical do texto caso o trecho “mas também (...) sociedade brasileira” (R.12-14) fosse assim reescrito: mas também atender necessidades e interesses de todas as camadas da população, de acordo com as diferenças que permeiam a nossa sociedade.