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Os serviços de telefonia interessam a diferentes segmentos da população, tanto aos moradores dos grandes centros urbanos quanto aos que residem em localidades no interior do país. Esse amplo horizonte mercadológico nada mais é do que o desdobramento natural da visão contida no princípio de universalização, um dos pilares do modelo das telecomunicações brasileiras. Esse modelo, cujo fundamento e principal beneficiário é o homem, agregou às metas sociais objetivos técnicos e mercadológicos fundamentais para o fomento de um novo cenário de competição entre empresas operadoras de telefonia. Era necessário não apenas expandir os serviços de telecomunicações, mas também atender às necessidades e aos interesses de todos os estratos da população, consoante as diferenças que permeiam a sociedade brasileira.
Com correção gramatical, o trecho “Esse modelo (...) técnicos e mercadológicos” (R.7-9) poderia ser reescrito da seguinte forma: Nesse modelo, em que o homem é referência e principal beneficiário, as metas sociais foram agregadas à objetivos técnicos e mercadológicos.