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No século passado, ocorreu, no sistema bancário brasileiro, uma significativa incorporação tecnológica, que teve início ainda no final dos anos 60, com a criação do primeiro CPD, e continuou se difundindo nas décadas posteriores. Nesse processo, duas fases podem ser diferenciadas. A primeira, que abrangeu toda a década de 70 e parte da década de 80, caracterizava-se pela automação de processos de controle interno do banco e atingiu o setor de contabilidade e registro das agências, que foi paulatinamente se reduzindo, com a implementação de sistemas de coleta e transmissão de dados conectados a uma unidade central, o CPD. Essas transformações foram decisivas para a extinção de cargos na chamada área de retaguarda das agências, como, por exemplo, o cargo de contador. A segunda fase começou a partir da metade da década de 80, com o avanço da tecnologia de base microeletrônica, que permitiu a automação de processos de trabalho no interior das agências, possibilitando o lançamento eletrônico dos registros das transações diretamente pelo funcionário do setor de atendimento. Com isso, outras funções da retaguarda bancária foram significativamente reduzidas, principalmente na área de escrituração.
O emprego de vírgula logo após “agências” (l.9) justifica-se porque isola oração subsequente de natureza explicativa.