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A expansão do agronegócio, segundo as Contas Regionais do Brasil 2004-2008, divulgadas pelo IBGE, foi um notável vetor de crescimento das regiões menos desenvolvidas. A cana-de-açúcar, a soja e o café ajudaram Rondônia; as lavouras temporárias empurraram o Acre; o Amazonas sofreu percalços na área industrial, mas ganhou com a criação de gado, o café e o cultivo de frutas cítricas.
Em Roraima, municípios como Normandia e Pacaraima deram alento ao cultivo de cereais. Também no Tocantins, no Maranhão, no Ceará, em Pernambuco, na Bahia e no Piauí o agronegócio teve peso decisivo. A produtividade da soja, no Piauí, foi a maior do país (3.231 kg/ha). A agropecuária contribuiu para as economias de Minas Gerais e, ainda mais, do Mato Grosso do Sul, do Mato Grosso e de Goiás. No Rio Grande do Sul e no Rio Grande do Norte, problemas climáticos afetaram o setor e, consequentemente, as economias locais.
Em todo o país, os setores da construção civil e os serviços contribuíram para o aumento da riqueza. Eles indicam aumento da oferta de crédito e renda dos trabalhadores e acesso da população a serviços públicos e pessoais, comunicações, hotelaria e transporte.
Na linha 10, as vírgulas logo após “Tocantins”, “Maranhão”, “Ceará” e “Pernambuco” justificam-se por isolarem termos de mesma função sintática componentes de uma enumeração.