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Os conquistadores portugueses, como todos os outros do fim do século XV e início do XVI, além de difundirem a fé, estavam interessados em encontrar riquezas naturais e mercadorias vendáveis na Europa. Colonizar significava, entre outros aspectos, produzir para o mercado europeu, e o produto que, naquele momento, revelou-se mais adaptável à região foi o açúcar. Assim, nesse período, grande propriedade, escravidão e produção para o mercado externo foram traços definidores da colonização portuguesa na América. No século XVIII, a descoberta de ouro e diamantes na região que hoje inclui os estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso acrescentou nova dimensão à economia colonial.
A conquista e a colonização das terras americanas, entre as quais o Brasil, inscreveram-se no contexto de expansão comercial e marítima europeia do início da Idade Moderna, processo pioneiramente liderado pelos países ibéricos.