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No que diz respeito aos movimentos ideológicos da primeira metade do século, o lema costumava ser “amanhã será um dia melhor — façamos sacrifícios hoje”. Em algum ponto em torno da metade do século, aquela noção fora substituída por noção de felicidade imediata, não apenas o famoso direito de lutar para felicidade, mas a ilusão difundida que esta felicidade está a disposição em prateleiras.