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No primeiro momento, ao menos, a queda de Trípoli proporcionará uma bem-vinda lufada de oxigênio político a governos ocidentais assediados por crises econômicas, inquietação social, eleições eminentes ou tudo isso junto, como certamente esperavam Obama, Sarkozy e Cameron ao dar início à intervenção. Contudo, o investimento saiu muito mais caro e demorado que o orçado, e o retorno será provavelmente tão efêmero quanto àquele da execução de Bin Laden, muito mais simples.