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A escola da era da globalização, tecnologia e informação deve preparar o educando para intervir criticamente na realidade e transformá-la, e não apenas para integrá-lo ao mercado de trabalho. Esse aluno deverá ter o perfil do cidadão engajado na luta pela justiça social, pela solidariedade humana e para o exercício da cidadania compromissada com o bem comum, abrangendo questões raciais, das minorias culturais, da violência, do meio ambiente, das formas de exclusão social e das formas de exploração do trabalho humano que ainda acontecem na sociedade capitalista. O fortalecimento das lutas sociais e a vitória da cidadania dependem da abrangência, cada vez maior, das ações de pessoas que possam tomar parte das decisões fundamentais que dizem respeito aos interesses individuais e coletivos. Aceitar sem discriminação a diversidade é o primeiro identificador para a luta em defesa dos direitos humanos. É referência fundamental de mudança de mentalidade, de modificação da configuração do pensar, do sentir, da conduta em relação às outras pessoas e diferentes culturas, e contra a exclusão social.
Infere-se da argumentação do texto que é possível observar “mudança de mentalidade” (R.16-17) quando se identifica a aceitação da diversidade.