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Os principais centros produtores de imaginária religiosa setecentista foram Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e Maranhão, onde se formaram escolas regionais com características técnicas e formais específicas. Entretanto, apenas sobre Bahia e Minas Gerais há estudos mais detalhados, sendo ainda incipientes os conhecimentos sobre a imaginária das demais regiões. Em todas essas regiões, no século XVIII, concentravam-se o poder político e econômico da Colônia e, consequentemente, o maior desenvolvimento cultural e artístico. Salvador, que conservou os privilégios de centro do poder político e administrativo até a transferência da capital para o Rio de Janeiro, em 1763, foi um dos mais importantes polos do barroco litorâneo.
Entre as principais características da arte barroca soteropolitana, inclui-se a representação