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Embora o país venha desenvolvendo programas de combate ao analfabetismo, o recente levantamento evidencia a lentidão dos avanços. Se for mantido o ritmo registrado nos últimos cinco anos, o Brasil não conseguirá alcançar a taxa prevista na Conferência Mundial de Educação de Dacar, de 6,7% em 2015 — meta resultante do acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Para recuperar o tempo perdido, o ministro da Educação solicita o apoio dos prefeitos de municípios localizados nas áreas rurais, onde as taxas de analfabetismo adulto são maiores. (Ofício)