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Uma auxiliar de cozinha de 58 anos de idade com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica há 20 anos, sem aderência à terapêutica, comparece ao ambulatório com queixa de dispneia. Há seis meses, apresenta dispneia aos esforços maiores que os habituais e, há três meses, evoluiu para dispneia aos médios esforços. Atualmente apresenta dispneia aos mínimos esforços, a despeito de alfa metil dopa em uso regular. A paciente nega dor precordial. No exame físico apresentou extremidades quentes, aparência normocorada, FC = 108 bpm, PA = 130 mmHg × 70 mmHg, turgência jugular a 30º, ausculta pulmonar normal, ictus cordis propulsivo no 5º EICE linha axilar média, ritmo cardíaco em galope (B3), sopro holossistólico em foco mitral com irradiação para axila esquerda 2+/6+, com edema de membros inferiores (tornozelos). O eletrocardiograma revelou ritmo sinusal, FC de 108 bpm e com alterações difusas da repolarização ventricular. Os valores da função renal e dos eletrólitos são normais.
Com relação ao caso clínico descrito, assinale a opção correta.