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Vale a apena rever certas crenças que se têm multiplicado a respeito das chamadas emoções negativas. Diferentemente do que alguns autores propõem, sublimá-las não gera benefícios para a pessoa — essa atitude, aliás, tende mais a trazer-lhe prejuízos à saúde. Pesquisas científicas recentes sobre a raiva reforçam essa linha de pensamento, e uma delas mostra que quem reprime sua frustração é pelo menos três vezes mais propenso a admitir que chegou a um ponto em sua carreira no qual não consegue mais progredir e que tem uma vida pessoal decepcionante. Já as pessoas que aprendem a explorar e canalizar sua raiva apresentam uma probabilidade muito maior de estar bem situadas profissionalmente, além de desfrutar de maior intimidade física e emocional com seus amigos e familiares. Mas qual estratégia se deveria adotar para não sentir a raiva e, assim, fugir da armadilha que essa atitude representa para a saúde? A escolha é, em geral, uma questão de personalidade, mas também sofre a influência das circunstâncias pelas quais a pessoa está passando. “Eu não recomendaria gritar com o chefe. Essa não é a melhor solução.”, diz uma cientista que liderou estudo a esse respeito.
Por causa das duas ocorrências do pronome “que” no mesmo período sintático, não é recomendada a substituição de “no qual” por que, apesar de a coerência e a correção do texto serem mantidas.