///
Nos últimos 40 anos, têm sido observadas mudanças importantes na estrutura etária da população brasileira (transição demográfica, como função do declínio das taxas de fertilidade e mortalidade) e nos padrões de morbimortalidade (transição epidemiológica, caracterizada pela redução das doenças infecciosas e parasitárias e aumento das doenças crônicas não transmissíveis). Estes fenômenos estão interligados e colocam novos desafios para o Sistema Único de Saúde (SUS).
Com base nas evidências científicas disponíveis até o momento, pode-se dizer que, além de marcador de um estilo de vida mais saudável, a atividade física é um provável preditor independente e fator de proteção para o câncer de cólon.