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Uma criança de 6 anos de idade, foi admitida na unidade de transplante onde foi realizado o condicionamento específico para o transplante de células-tronco hematopoéticas alogênico não aparentado com quimioterapia e radioterapia, e profilaxia para doença enxerto contra hospedeiro com medicação específica. Apresentou náuseas e vômitos durante a quimioterapia, além de dor abdominal e diarréia em três episódios. No dia da infusão da medula óssea (D0 — dia zero) apresentou tosse, pigarros e prurido generalizado. Aplasiado por 20 dias, recuperação de neutrófilos no D 22 e plaquetária no D32. Durante o período de aplasia, apresentou quadro de infecção com uso de esquemas polimicrobianos e antifúngicos por 15 dias. Foi necessário uso de aminas vasoativas e oxigênio em máscara, devido à dispnéia, mantendo um episódio febril diário e retenção hídrica com aumento de peso. Ainda nesta fase, foi transfundido com concentrados de hemácias e plaquetas. Devido ao quadro apresentado de mucosite oral e odinofagia, foi iniciada uma hiperalimentação parenteral.
Um diagnóstico de enfermagem possível é a resposta alérgica, relacionada à presença de dimetil-sulfóxido no produto da infusão das células progenitoras ou à sensibilidade aos componentes sangüíneos caracterizada por tosse, pigarros, prurido generalizado, rush cutâneo ou eritema palmo-plantar. Uma prescrição de enfermagem possível é manter equipamentos de emergência próximos ao paciente.