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Para quem é dotado de disposições ajustadas à lógica da economia dos bens simbólicos, o comportamento generoso não é o resultado de uma escolha ditada pela liberdade, de uma decisão livre efetuada após uma deliberação que contém a possibilidade de agir de outra forma; ele aparece como “a única coisa a fazer”.
O comportamento generoso não é totalmente livre, porque a reciprocidade é obrigatória e sujeita a sanções, caso não ocorra.